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A Geografia serve, antes de mais nada, para organizar a viagem: real e imaginária

Neste artigo retomo a trama essencial entre geografia, viagem e literatura, vislumbrando que tal entrelaçamento está presente na origem da Geografia e manteve-se na construção do saber geográfico como um tripé articulado, resultando em pontos de força significativos e pujantes. A relação entre geografia, viagem e literatura também é vista a partir da obra de escritoras, poetas e viajantes como Cecília Meireles, Sophia de Mello B. Andresen e Clarice Lispector. Tal convergência teve a finalidade de destacarque, tanto no trabalho de geógrafos como no de não geógrafos, o tripé geografia, viagem e literatura consiste e se mantém numa vinculação essencial, considerando também suas interfaces real e imaginária. Por fim, apresento a experiência pessoal entre o olhar e a narrativa, que faz a viagem geradora e aglutinadora de sentidos e, quando narrada, torna-se um meio de ressignificação e difusão porque a viagem é a experiência de um espaço outro, real e imaginária em si mesma.

Como citar:

Silva, V. C. P. da. (2020). A Geografia serve, antes de mais nada, para organizar a viagem: real e imaginária. Revista Geografia, Literatura E Arte, 2(2), 146-172.

Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2594-9632.geoliterart.2020.169348

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