O patrimônio de palavras: poetas e poemas no espaço da cidade.

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A literatura e o patrimônio encontram-se na cidade forjando novos espaços de sentido através do contato com a exposição de esculturas fotográficas de poetas, textos, poemas impressos no chão e (ou) em murais, paredes, esculturas e monumentos diversos. Casas de poetas, são patrimônios evocativos que celebram outras memórias, outras sensibilidades e travam novos valores para a cidade. Se a literatura sempre foi um manancial para o imaginário urbano e se o poeta, o escritor guardara nas páginas escritas, os sentidos das ruas, dos nomes, dos lugares e se a própria cidade celebrada ou vivida está no livro, no poema, a obra, portanto, contendo a cidade, consideramos a inflexão de uma outra manifestação; quando a cidade é quem transforma em patrimônio autor e obra e agora é o poeta que está na página da cidade, lida e relida e sempre em devir.
Como citar:
SILVA, Valéria Cristina Pereira da; SILVA, Antonio Marcos Gomes da ; TAVARES JÚNIOR, Mozart de Sá . O patrimônio de palavras: poetas e poemas no espaço da cidade. In: Rui Jacinto. (Org.). Iberografias:Novas fronteiras, outros diálogos: as Novas Geografias dos Países de Língua Portuguesa. 45ed.Coimbra: CEI-Centro de Estudos Ibéricos, 2023, v. , p. 495-512.

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