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Verdade de Poeta

Posted on 11 de Maio, 2021 by Valeria Cristina P. da Silva

Homenagem a Fernando Pessoa

Se o poeta é um fingidor
Que finge da carne até o ventre
Toda dor que deveras sente

O que fazer do corte
Nas nervuras do verbo?
Amar é sempre Intransitivo Indireto.

Se ler a dor fingida
É só brinquedo de poesia
No alpendre de uma nuvem
Que se chama emoção.

A dor que deveras sente
Fez me duas:
Uma que apascenta estrelas lá do céu
E outra cá na terra a apanhar flores do sentido
Para as duas a palavra é drops de absinto.

Category: poesia

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